Marcas recorrem ao e-mail marketing

O ano é 2019, mas marcas, criadores de conteúdo e empresas têm retomado uma nova forma de atingir a audiência que existe há pelo menos 40 anos: o e-mail.

Na era das redes sociais e dos algoritmos pagos que tendem a ditar o que as pessoas consomem, esse tipo de serviço de divulgação tornou-se o único canal de entrega garantida que resta na internet.

Os algoritmos que comandam as redes sociais representam um custo de negócios cada vez mais alto. O e-mail, por sua vez, permite que as duas pontas da comunicação se conectem intimamente.

Segundo a empresa de pesquisa Radicatti Group, há tendência de crescimento firme de 4% ao ano no número de emails enviados – 2018 registrou o recorde de 281 milhões de emails ao dia.


O e-mail permite que autores se conectem intimamente com os leitores, que as marcas se dirijam aos seus clientes mais leais, e que startups jovens criem exércitos de influenciadores.


O e-mail continua a apresentar o maior retorno por dolar investido em marketing, de acordo com a Data & Marketing Association.Enquanto o Facebook, especialmente, incomoda os anunciantes com mudanças constantes nas regras sobre como chegar aos consumidores, no caso do e-mail, a empresa é dona de suas listas.


O que está acontecendo não é exatamente uma retomada do e-mail - que jamais deixou de crescer tanto em escala quanto em importância - de acordo com Sara Radicatti, presidente do Radicatti Group, empresa de pesquisa. Ao contrário dos tuítes e dos posts de Facebook, nenhuma empresa controla ou tem acesso a todo e-mail do planeta, mas estimativas do Radicatti demonstram crescimento anual firme de 4% no número de e-mails enviados; 2018 registrou o recorde de 281 milhões de e-mails ao dia.


As coisas que motivam as pessoas a assinar listas de e-mail e ler as mensagens são muito diferentes daquelas que as motivam na mídia social. Criadores, especialmente jornalistas, também estão se voltando ao e-mail como veículo para a sua produção. Mas os anunciantes e qualquer outro interessado em chegar ao público cometeriam um erro ao ignorar o e-mail.


Se você precisa escolher entre criar um boletim via e-mail ou um chatbot,considere o seguinte: apps de chat são uma forma garantida de obter a atenção das pessoas, em aparelhos móveis, mas querem resposta imediata.


Enquanto isso, a probabilidade maior é a de que consumamos e-mails também em nossos aparelhos móveis, mas quando nos convém. Isso faz do e-mail o perfeito companheiro para leitura lenta em um aparelho que de outra forma demanda atenção constante.



Fonte: The Whall Street Journal

Traduzido por Paulo Migliacci


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